quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Fé Inquestionável




O homem creu na palavra de Jesus e partiu. João 4:50

Na cidade de Cafarnaum, o filho de um nobre jazia doente, à morte. Em vão o pai tentou salvá-lo. Um mensageiro chegou apressadamente à mansão e pediu para ver o nobre. Ele lhe disse que acabava de chegar de Jerusalém e que na Galileia havia um profeta de Deus, que alguns declararam ser o tão esperado Messias. [...] Talvez Ele pudesse curar seu filho.

Quando o nobre ouviu a notícia, a expressão do seu semblante se transformou do desespero para a esperança. [...] A esperança que nasceu em seu coração lhe deu forças a fim de se preparar para a jornada. Antes do amanhecer, ele tomou seu caminho para Caná da Galileia, para onde se supunha que Jesus houvesse ido. [...]

Ao encontrar Jesus, suplicou-Lhe que fosse a Cafarnaum e curasse seu filho. “Se não virdes sinais e milagres, não crereis”, Jesus disse (Jo 4:48). Em certo sentido, o nobre acreditava, pois, do contrário, não haveria feito a longa jornada nesse momento tão crítico. Cristo, porém, tinha por objetivo aumentar a fé dele.

Em angustiosa súplica, o pai clamou: “Senhor, desce antes que meu filho morra!” (Jo 4:49). Ele temia que cada instante que passasse colocaria seu filho mais distante do poder do grande Médico. […] Desejando levá-lo a aperfeiçoar sua fé, o Salvador disse: “Vai, o teu filho vive.”

“E o homem creu na palavra que Jesus lhe disse e foi-se” (Jo 4:50). Na certeza de que a morte que ele tanto temia não alcançaria seu filho, o nobre não fez pergunta alguma nem pediu qualquer explicação. Ele acreditou.

E incessantemente ele repetia as palavras: “O teu filho vive.”

O poder das palavras do Redentor saiu como um relâmpago, de Caná até Cafarnaum, e a criança foi curada. […] Ao lado da cama, os que ali estavam observavam, com a respiração suspensa, o conflito entre a vida e a morte. E quando, em um instante, a febre que nele ardia desapareceu, encheram-­se de espanto. Sabendo da ansiedade do pai, foram ao seu encontro com as alegres novas. Ele tinha apenas uma pergunta a fazer: Quando o menino começou a melhorar? Eles lhe disseram, e o nobre ficou satisfeito. [...]

A fé dele foi então coroada com a certeza. […]

Ao trabalharmos para Cristo, necessitamos mais da fé inquestionável desse nobre. [...] Aquele que crê incondicionalmente em seu Salvador encontrará os portais do Céu entreabertos e inundados com a glória vinda do trono de Deus (Youth’s Instructor, 4 de dezembro de 1902).

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Necessidade do Espírito Santo


Necessidade do Espírito Santo


Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Gálatas 5:25

O Espírito Santo deve não somente santificar, mas convencer. Ninguém pode se arrepender de seus pecados até que esteja convencido de sua culpa. Quão necessário, pois, é que tenhamos o Espírito Santo conosco ao trabalhar para alcançar aqueles que estão caídos. Nossas aptidões humanas serão exercidas em vão, a menos que estejam unidas a esse Agente celestial. [...]

Na obra de salvar pessoas, seres humanos e anjos devem trabalhar em harmonia, ensinando a verdade de Deus aos que são ignorantes nesse sentido, para que possam ser libertos das cadeias do pecado. Só a verdade pode libertar as pessoas. A liberdade que advém pelo conhecimento da verdade deve ser proclamada a todas as pessoas. Nosso Pai celestial, Jesus Cristo e os anjos do Céu, todos estão interessados nesse grandioso e santo trabalho. Ao ser humano foi concedido o elevado privilégio de revelar o caráter divino procurando de forma altruísta livrar as pessoas do abismo da ruína em que se afundaram. Todo ser humano que consinta em ser iluminado pelo Espírito Santo deve ser usado para a realização desse propósito de origem divina. [...]

Nosso Salvador deve ser mais distintamente reconhecido e aceito como plenamente suficiente para Sua igreja. Ele somente pode aperfeiçoar a fé de Seu povo. […]

Precisamos deixar, porém, mais espaço para a operação do Espírito Santo, a fim de que os obreiros estejam bem ligados uns aos outros e avancem na força de uma corporação unida de soldados. [...] Inteira consagração ao serviço de Deus revelará a modeladora influência do Espírito Santo em todo passo ao longo do caminho. [...]

Deus quer que Sua igreja se apodere de Suas promessas pela fé, e solicite o poder do Espírito Santo para ajudá-la em todo o sentido. [...]

Que o frágil homem compreenda que é o General dos exércitos do Céu que está conduzindo e dirigindo a movimentação de Suas forças aliadas na Terra. Cristo mesmo é o poder renovador que opera em todo soldado e por meio dele, pela atuação do Espírito Santo. Cada pessoa deve se tornar um instrumento em Suas mãos para trabalhar pela salvação de outros. A ninguém que deseja trabalhar para o Mestre deve ser recusado um lugar, se for um verdadeiro seguidor de Cristo. Cada um deve assumir suas responsabilidades na causa do Senhor. A eficiência do Espírito de Deus tornará eficazes os trabalhos de todos os que estiverem dispostos a se submeter à Sua orientação (Review and Herald, 16 de julho de 1895).
http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2013/frmd2013.html#19

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Bençãos de DEUS


17 de fevereiro Domingo


Bênçãos de Deus


Tornai-vos para Mim, e Eu Me tornarei para vós outros, diz o Senhor dos Exércitos. Malaquias 3:7

Satanás apresenta constantemente os pecados e erros daqueles que professam serem filhos de Deus e zomba de Seus anjos por esses defeitos. O que levará o povo do Senhor a uma posição correta diante dEle? O Senhor responde à pergunta em Malaquias: “Tornai-vos para Mim, e Eu Me tornarei para vós outros, diz o Senhor dos Exércitos” (Ml 3:7). Quando buscarmos ao Senhor com inteiro propósito de coração, nós O acharemos.

Daniel propôs no coração ser fiel ao Deus do Céu. Decidiu não comer das iguarias do rei ou beber do vinho que ele bebia; e seus três companheiros decidiram não desonrar a Deus se ajoelhando diante da imagem de ouro que Nabucodonosor havia erguido na planície de Dura. Quando nos propusermos servir ao Senhor com a mesma determinação desses fiéis servos de Deus, Ele fará nossa parte e permitirá que nos apossemos de Sua força. [...]

Anjos contemplam com espanto a ingratidão daqueles por quem Deus tanto fez, ao conceder-lhes continuamente Suas dádivas e favores. As pessoas se esquecem das reivindicações divinas e se entregam ao egoísmo e ao mundanismo. [...]

Deus não pode abençoar as pessoas, suas propriedades e rebanhos, quando não utilizam para a glória dEle as bênçãos que recebem. Ele não pode confiar Seu tesouro àqueles que o empregam incorretamente. Foi na mais simples forma de linguagem que o Senhor disse a Seus filhos o que deles requer. Devem dizimar de tudo o que possuem e dar ofertas como reconhecimento pelas bênçãos que Ele lhes concede. Suas misericórdias e bênçãos são abundantes e contínuas. Ele envia a chuva, o Sol e faz a vegetação florescer. Dá as estações, a semeadura e a colheita no tempo certo; e a infalível bondade de Deus requer algo melhor do que a ingratidão e o esquecimento que as pessoas devolvem a Ele.

Não vamos nós nos voltar a Deus e com o coração agradecido apresentar-Lhe nossos dízimos e ofertas? O Senhor tornou esse dever tão claro que se negligenciarmos cumprir suas reivindicações não seremos desculpados.

O Senhor colocou Seus bens nas mãos de Seus servos para serem administrados com equidade, a fim de que o evangelho seja pregado a todo o mundo. As providências e a provisão para a disseminação da verdade no mundo não foram deixadas ao acaso (Signs of the Times, 13 de janeiro de 1890).


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A Medida de Neemias contra a usura.


A Medida de Neemias contra a usura.

Ne. 4:18-23
“18 E os edificadores cada um trazia a sua espada cingida aos lombos, e edificavam; e o que tocava a trombeta estava junto comigo.
19 E disse eu aos nobres, aos magistrados e ao restante do povo: Grande e extensa é a obra, e nós estamos apartados do muro, longe uns dos outros.
20 No lugar onde ouvirdes o som da buzina, ali vos ajuntareis conosco; o nosso Deus pelejará por nós.
21 Assim trabalhávamos na obra; e metade deles tinha as lanças desde a subida da alva até ao sair das estrelas.
22 Também naquele tempo disse ao povo: Cada um com o seu servo fique em Jerusalém, para que à noite nos sirvam de guarda, e de dia na obra.
23 E nem eu, nem meus irmãos, nem meus servos, nem os homens da guarda que me seguiam largávamos as nossas vestes; cada um tinha suas armas e água.”
A paz do Senhor Jesus seja convosco amados alunos. Para mim está sendo grande benção preparar estes estudos; pois cada vez que me coloco diante da próxima lição, vejo Deus nos conduzindo para se aprofundar em sua Palavra. Deus tem grandes princípios destacados em sua Palavra, e creio que devemos buscar a Deus em sua Palavra para aprendermos as preciosas lições nela contida. Ao ler o capítulo 5 de Neemias, que na verdade é a base de nossa lição de hoje, Deus me levou novamente ao capítulo 4. Nos versos que citamos acima, podemos ver uma lição no verso 18: “E os edificadores cada um trazia a sua espada cingida aos lombos, e edificavam; e o que tocava a trombeta estava junto comigo”. Este verso me faz lembrar outra passagem em Efésios 6[1] onde encontramos descrita a armadura do cristão.
A situação na época de edificar os muros era semelhantemente como estamos hoje. Estamos em época de muita violência, crimes, roubos, inveja, tudo que podemos nomear sendo contra o que Deus ensina; acontece em nossos dias. Sem falar que em muitas famílias a luta é do mesmo tamanho que lá fora no mundo aonde o diabo veio para matar roubar e destruir.Só que não podemos esquecer que Jesus veio para dar vida, e vida com abundância. Leia este verso em João 10:10.
A medida de Neemias era de uma excelente estratégia de combate. 19 E disse eu aos nobres, aos magistrados e ao restante do povo: Grande e extensa é a obra, e nós estamos apartados do muro, longe uns dos outros.
Ele coloca o povo para trabalhar e ensina a eles, que no lugar onde ouvirdes o som da buzina, ali vos ajuntareis conosco; o nosso Deus pelejará por nós. Esta era uma excelente estratégia. Aparentemente estavam apenas concentrados em conseguir erguer as muralhas.
Na vida de um cristão e na igreja necessitamos trabalhar para conseguirmos erguer as muralhas da igreja. Definir os parâmetros como proceder na batalha espiritual é de suma importância. Deus deu a Neemias como ele devia trabalhar, cada pessoa tinha a espada cingida aos lombos e trabalhavam. Enquanto não existia ataque, edificavam a muralha. Estavam preparados e equipados para o combate. Vigilantes em toda hora, estavam treinados a ir trabalhar e ao mesmo tempo estar vigiando contra o ataque do inimigo.

Neemias relata que assim trabalhávamos na obra; e metade deles tinha as lanças desde a subida da alva até ao sair das estrelas. Desde o nascer do sol até baixar do mesmo, havia os que estavam ali de prontidão com as lanças.De noite enquanto dormiam os que trabalhavam durante o dia. Havia também a sentinela de noite. Neemias naquele tempo disse ao povo: Cada um com o seu servo fique em Jerusalém, para que à noite nos sirvam de guarda, e de dia na obra. E nem eu, nem meus irmãos, nem meus servos, nem os homens da guarda que me seguiam largávamos as nossas vestes; cada um tinha suas armas e água.
O que você e eu podemos aprender disto? O corpo de Cristo, necessita ser revestido da armadura de combate contra o mal. Efésios 6 nos ensina sobre a armadura. A Igreja necessita aprender com Jesus a tomar sua posição na era atual a como fazer seu trabalho em erguer e edificar a Igreja. Trabalhar sem cessar buscando as almas perdidas, sem atacar os inimigos; porém estar pronto para a defesa. Nossa armadura não é armadura de ataque e sim defesa contra o mal. Cada um de nós necessita estar vestido com a armadura. Queremos citar aqui a passagem para podermos conferir a mesma:
Ef. 6:10-18 “No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça; E calçados os pés na preparação do evangelho da paz; Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos.”
Neemias estava combatendo com seu povo não apenas os inimigos que estavam ali rodeados com lanças e espadas mas também pelo mundo espiritual que afligia todo o povo. Nosso combate não é contra as pessoas que são usadas por satanás a nos atacar. Lembre cada um deles é uma pessoa pela qual Jesus morreu e nos disse: vai lá e prega a palavra para eles, pesque esta alma para meu reino. Toda a armadura de Deus existe para que possamos resistir no dia mau e, havendo feito tudo, podermos ficar firmes. Neemias agia exatamente assim. Gostaria incentivar você a ler estas passagens com muita atenção e meditar sobre isto. Até que ponto a igreja está seguindo isto? Vamos nos unir para que Deus envie um avivamento para a Igreja de Cristo aqui na terra. Sem dúvida nenhuma estamos vivendo nos últimos tempos e a vinda de Jesus está próxima.
Podemos ver que todos trabalhavam nos muros sem recompensa imediata; e muitas das vezes você e eu nos sentimos assim também. O povo que trabalhava ali não ganhava nada para seu próprio sustento e pagar impostos e tudo que deviam pagar na época. Muitos tiveram que contrair empréstimos, porque seus próprios terrenos não estavam rendendo, na sua ausência. Os credores, embora sendo seus irmãos na fé e na obra, exploram-nos resultando disto que, muitos, além de hipotecaremtudo o que possuíam, perderam os bens e seus próprios filhos tornaram-se escravos. Verso 5:5:“Somos da mesma carne. Um forte argumento contra a exploração de um ser humano por outro. Conforme Mt. 22:39 e At. 10;28; 17:26. (Nota de rodapé Bíblia Shedd, capítulo 5 de Neemias).
Muitos reclamam quão difícil tempo em que vivemos nós; porém se você analisar os nossos antepassados na fé; não tiveram uma vida fácil. Tiveram que lutar para sobre viver. Vemos porém que foi Deus que lutou por eles, e sua fidelidade os protegeu. Deus faz o mesmo com a Igreja. A medida contra usura deve ser feita da seguinte maneira. Vamos nos cingir com a armadura de Deus. Obedecer a palavra de nosso Deus, e aguardar ele agir através de nós, por nós, em favor de nós; veremos o resultado de tudo isto será: a igreja de Cristo estabelecida conforme a promessa de nosso Deus.
Até a próxima lição que Deus te abençoe.
A Paz do Senhor Jesus,
Antonina Penner.







[1] http://www.chamada.com.br/biblia/index.php?pesq=Ef%E9sios+6&ver=ACRF&modo=0


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Guiados Pelo Espírito

Guiados Pelo Espírito

Eis que nas palmas das Minhas mãos te gravei. Isaías 49:16

Há dois tipos de conduta que podemos ter: uma nos leva para longe de Deus e nos exclui do Seu reino; e nesse caminho estão a inveja, a contenda, homicídios e toda sorte de maus atos. Devemos seguir a outra forma de conduta e, ao adotá-la, encontraremos alegria, paz, harmonia e amor. [...] O amor que arde no peito de Jesus é o de que mais necessitamos; e quando esse amor estiver no coração, ele se revelará. Podemos ter o amor de Cristo no coração e esse amor não fluir para outros? Ele não pode estar em nosso coração sem testificar de que está ali. Será então revelado em palavras e na própria expressão do semblante. [...]

Logo após nosso filho mais velho [Henry Nichols White, 1847-1863] ter sido tirado de nós, aquele em quem depositávamos as mais favoráveis esperanças, que nos serviria de arrimo e a quem solenemente havíamos dedicado a Deus; e depois que lhe fechamos os olhos, na morte, e o lamentamos em grande dor, por causa da nossa aflição, indescritível paz sobreveio ao meu coração, além da nossa compreensão. Pude pensar na manhã da ressurreição; pude refletir sobre o futuro, quando o grande Doador da vida vier, quebrar as cadeias do sepulcro e chamar os justos mortos de seus leitos no pó; quando Ele libertará os cativos de seus cárceres, para que então nosso filho esteja entre os vivos novamente. Nisso havia paz, alegria e consolação indescritíveis. [...]

Quando Cristo deixou este mundo, Ele confiou uma obra a nossas mãos. Enquanto esteve aqui, Ele mesmo levou avante Sua obra; quando, porém, subiu ao Céu, Seus seguidores a retomaram onde Ele a havia deixado. Outros retomaram a obra onde os discípulos a deixaram, e assim ela tem sido realizada até agora, quando temos uma obra a fazer em nossos dias. [...]

Não precisamos caminhar sozinhos. Podemos levar todas as nossas tristezas e desgostos, problemas e provações, angústias e cuidados, e derramá-los nos ouvidos que estão abertos para ouvi-los; dAquele que está suplicando diante do Pai os méritos de Seu sangue. Ele está pleiteando por Suas feridas – Minhas mãos, Minhas mãos! “Eis que nas palmas das Minhas mãos te gravei” (Is 49:16). Ele apresenta as mãos feridas a Deus, Suas súplicas são ouvidas, e anjos velozes são enviados para ministrar a homens e mulheres caídos, a fim de levantá-los e sustê-los (Review and Herald, 4 de janeiro de 1887).

http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2013/frmd2013.html#13


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Caráter Divino


Terça 12 de fevereiro


Caráter Divino


O fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Gálatas 5:22, 23

Toda pessoa pode ser justamente aquilo que escolhe ser. O caráter não se obtém mediante educação. O caráter não é obtido acumulando fortunas ou alcançando honra mundana. Não é obtido o caráter pelo fato de travarem outros os combates da vida em nosso lugar. Tem de ser procurado, trabalhado, combatendo-se para alcançá-lo; e isso requer propósito, vontade e determinação. Formar um caráter que Deus possa aprovar requer esforço perseverante. Exigirá um constante resistir aos poderes das trevas, colocar-­se sob a ensanguentada bandeira do Príncipe Emanuel para ser aprovado no dia do julgamento, e ter nosso nome conservado no livro da vida. Não será de maior valor termos o nome registrado naquele livro, tê-lo imortalizado entre os anjos celestiais, do que ouvi-lo pronunciado em louvores por toda a Terra? Que eu tenha a certeza de que Ele aprova meus atos e minha conduta, e então, venha o que vier, sejam as aflições quais forem, vou me resignar ao meu destino e me alegrar no Senhor. [...]

Acenderam seu fogo na chama do altar? Então façam com que ela brilhe em boas obras aos que estão ao seu redor. Mantenham-se unidos, e por sua divina influência e fervorosos esforços, espalhem a luz. [...]

Devemos trabalhar para Deus e devemos trabalhar para o Céu com toda a força e fé que há em nós. Não nos enganemos com as coisas temporais desta vida. Consideremos as coisas de interesse eterno. Desejo ter uma ligação mais íntima com Deus. Desejo cantar o hino da redenção no reino da glória. Desejo que a coroa da imortalidade seja colocada sobre a minha fronte. Com língua imortal, desejo cantar louvores Àquele que deixou a glória e veio à Terra para salvar os que estavam perdidos. Desejo louvá-Lo. Desejo enaltecê-Lo. Desejo glorificá-Lo. Desejo receber a herança imortal e as riquezas eternas. O que nos importa, pergunto-lhe, que importância terão para nós as coisas deste mundo, se perdermos ou ganharmos o Céu, afinal? De que servirão para nós? Se, porém, nos apegarmos às coisas do Céu, vamos nos apegar também aos nossos semelhantes; poderemos exercer uma influência que avançará constantemente contra a onda de males que há no mundo e levar pessoas à arca da salvação (Review and Herald, 21 de dezembro de 1886).

http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2013/frmd2013.html#12