terça-feira, 19 de março de 2013

Jesus Disse : Lucas 22:11-13‏


VERSÍCULO:
..."e digam ao dono da casa: O Mestre pergunta: Onde é o salão
de hóspedes no qual poderei comer a Páscoa com os meus discípulos?
Ele lhes mostrará uma ampla sala no andar superior, toda mobiliada.
Façam ali os preparativos". Eles saíram e encontraram tudo como
Jesus lhes tinha dito. Então, prepararam a Páscoa.
-- Lucas 22:11-13

PENSAMENTO:
Preparado. Tudo. Naquela hora, naquele dia, e na minha vida
toda. Há coisas que ainda não sei que vou precisar, mas Jesus sabe
e já providenciou. Não é por acaso que a fé se traduz em paz sobre
o amanhã. Será que você pode confiar nEle? Será que ainda dá para
duvidar? E, se o Senhor lhe chamar para participar nesta
providência, a servir a Ele ou outros de alguma forma, ainda dá
para questionar se ele consegue lhe capacitar? É claro que ele
consegue. Então vá adiante na obra que ele preparou para você hoje.
Se você ainda não sabe o que é, peça a ele em oração, escute o que
ele está dizendo na Palavra. E confie. Confie.

ORAÇÃO:
Pai, eu quero confiar, mas preciso de ajuda para confiar mais.
Obrigado por Sua paciência. Ajude-me a confiar mais no Senhor.
Obrigado também pelo privilégio de participar na sua providência.
Digno de toda honra é o Senhor. Amém. 

http://www.hermeneutica.com/jd/2/0318.html

sexta-feira, 15 de março de 2013

Nos Passos de Cristo


 

Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, [...] [que] a Si mesmo Se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-Se em semelhança de homens. Filipenses 2:5-7

O Filho de Deus […] deixou Suas riquezas, honra e glória e revestiu Sua divindade com a humanidade, essa humanidade que pode se apoderar da divindade e tornar-se participante da natureza divina. Ele veio não para viver em palácios reais, sem preocupações ou trabalhos e ser provido de toda comodidade que a natureza humana tão naturalmente anseia. O mundo jamais contemplou o Senhor em toda a Sua riqueza. No concílio do Céu, Ele escolheu permanecer nas fileiras do pobre e do oprimido, [...] aprender o ofício de seus pais terrenos. Ele veio ao mundo para ser um reconstrutor de caráter e trouxe para o trabalho que realizava a perfeição que desejava reproduzir no caráter que estava transformando por Seu divino poder.

Também não se esquivou de participar da vida social de Seus compatriotas. A fim de que todos pudessem estar familiarizados com esse Deus manifestado em carne, Ele Se misturava com todas as classes da sociedade e era chamado de amigo dos pecadores. Cristo possuía em Si mesmo o direito absoluto sobre todas as coisas, mas entregou-Se a uma vida de pobreza para que o ser humano pudesse se tornar rico nos tesouros celestiais. Sendo o Comandante das cortes celestes, assumiu o mais humilde lugar na Terra. Rico, fez-Se pobre por amor de nós. [...]

Por algum tempo ainda o Senhor permite que o homem seja Seu administrador, para que possa provar seu caráter. É nesse tempo que o ser humano decide seu destino eterno. Se agir em oposição à vontade de Deus, não poderá pertencer à família real. [...]
Damos evidência da graça de Cristo no coração quando fazemos o bem a todos, sempre que temos a oportunidade. A prova de nosso amor é dada em um espírito semelhante ao de Cristo, na boa vontade de partilhar as boas coisas que Deus nos deu, na espontaneidade em praticar a abnegação e o sacrifício a fim de ajudar a promover a causa de Deus e da humanidade sofredora. Nunca devemos passar por alto o objeto que solicita nossa liberalidade. [...]

O Senhor usará a todos que se dispuserem ser usados por Ele. Requer, porém, um serviço de coração. […] Quando entregamos o coração a Deus, nossos talentos, nossas energias, nossas posses, tudo o que temos e somos será consagrado ao Seu serviço (Review and Herald, 15 de maio de 1900).
http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2013/frmd2013.html#15


sexta-feira, 8 de março de 2013

Mulheres do Novo Testamento


 

1. Maria- a mulher escolhida para ser a mãe do Salvador, Mt 1; Lc 1
2. Isabel- a mulher que compartilhou sua experiência com a mãe do Salvador, Lc 1
3. Ana- a mulher que dedicou sua vida inteira a Deus, Lc 2
4. A mulher do fluxo de sangue- um exemplo de como vencer todos os obstáculos, Mt 9; Mc 5,6
5. Herodias- a Jezabel do Novo Testamento
6. A mulher cananéia- a mulher que ensinou como conquistar o coração de Jesus, Mt 15; Mc 7
7. A mulher de Pilatos- a voz que não foi ouvida, Mt 27
8. Maria Madalena- de miserável endemoninhada a primeira testemunha da ressurreição, Mc 15.16; Jo 20
9. A Mulher adúltera- um exemplo magistral do poder perdoador de Cristo, Jo 9
10. A viúva pobre- a mulher que ofertou tudo quanto possuia, Mc 12; Lc 12
11. A viúva de Naim- a mulher que recuperou os tesouros perdidos, Lc 7
12. Maria de Betânia- A mulher que permaneceu aos pés de Cristo, Lc 10; Jo 11.12
13. Marta- a mulher que cria em Jesus desconfiando, Lc 10; Jo 11.12
14. A Samaritana- a pecadora que Jesus transformou missionária, Jo 4
15. Lídia- a primeira mulher convertida na Europa, At 16
16. Febe- uma crente exemplar, Rm 16
17. Eunice- Uma mãe que educou bem o seu filho, vencendo as circunstâncias adversas, At 16
18. Loide- Uma modelo de avó, II Tm 1
19. Priscila- uma mulher comprometida com as coisas de Deus, At 18

Pr. Geziel Nunes Gomes Boston – USA

quinta-feira, 7 de março de 2013

O CRISTO RESOLUTO



Porque o Senhor, o Soberano, me ajuda, não serei constrangido. Por isso eu me opus firme como uma dura rocha, e sei que não ficarei decepcionado. Isaías 50:7

O Cristo de postura firme. Essa é uma imagem que geralmente não temos de Jesus. Estamos acostumados com os generais cuja fisionomia demonstra determinação inflexível – os Pattons, Napoleões e Eisenhowers – mas não Jesus de Nazaré. Preferimos pensar nEle como o Bom Pastor amparando as ovelhas em Seus braços.

Mas a profecia de Isaías se cumpriu na descrição de um dos evangelhos que ecoa as palavras do profeta: “Aproximando-se o tempo em que seria elevado aos Céus, Jesus partiu resolutamente em direção a Jerusalém” (Lc 9:51). Marcos registrou mais detalhes: “Eles estavam subindo para Jerusalém, e Jesus ia à frente. Os discípulos estavam admirados, enquanto os que O seguiam estavam com medo” (Mc 10:32).

Trata-se de uma cena poderosa: Jesus caminha à frente do grupo, talvez desejoso de ficar a sós com Seus pensamentos. Os discípulos O seguem apreensivos. O comportamento de Jesus, agora tão diferente, os deixa surpresos e ansiosos. Sua fisionomia está séria, Seus olhos brilham com intensidade, todo Seu ser transparece determinação. Está decidido e prosseguirá, não importa o preço a ser pago.

O resultado parece inevitável: Jesus escolheu ir a Jerusalém, mesmo ciente de que a rejeição, o desprezo, a traição, a tortura e a morte O aguardavam naquele lugar. Sua vida não era um roteiro a ser seguido; Ele não era um ator, muito menos uma marionete. Ele poderia ter escolhido não ir a Jerusalém e não Se submeter à cruz. Poderia ter abortado Sua missão a qualquer instante. Veio à Terra “com risco de fracasso e ruína eterna” (O Desejado de Todas as Nações, p. 49).

Que Salvador! Que Senhor! O Cristo resoluto ganhou nossa salvação.

E nós, que escolhemos seguir Seus passos hoje, devemos esperar “um mar de rosas”, como diz o ditado? Será que o título que carregamos de “cristão” nos garante uma vida de obediência a Cristo calma, tranquila e confortável? Ou sabemos o que significa ficar firmes como uma dura rocha, determinados a permanecer fiéis a Ele a despeito das consequências?

Paulo conhecia a necessidade de manter uma postura firme. Contra todos os conselhos e advertências, partiu para Jerusalém, ciente de que a prisão e o sofrimento o aguardavam lá.

Isso é graça decidida – a graça do Cristo resoluto.
http://www.cpb.com.br


sexta-feira, 1 de março de 2013

A Importância da Oração




Resolveu Daniel, firmemente, não se contaminar com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia. Daniel 1:8

A oração não é compreendida como devia ser. Nossa oração não deve ter o objetivo de informar a Deus de qualquer coisa que Ele não saiba.

O Senhor conhece os segredos de cada pessoa. Nossas súplicas não necessitam ser longas e em voz alta. Deus lê os pensamentos ocultos. Podemos orar em segredo, e Aquele que vê secretamente ouvirá, recompensando-nos publicamente. [...]

A oração não tem o objetivo de operar qualquer mudança em Deus; ela nos põe em harmonia com Ele. Não ocupa o lugar do dever. [...] A oração não paga nossas dívidas para com o Senhor. Os servos de Cristo devem recorrer a Deus como fez Daniel nas cortes de Babilônia. Daniel reconhecia o valor da oração, seu propósito, seu objetivo; e as orações que ele e seus três companheiros ofereceram a Deus, após serem escolhidos pelo rei para as cortes de Babilônia, foram atendidas.

Havia outra classe de cativos na Babilônia. O Senhor permitiu que estes fossem arrancados de seus lares e carregados para uma terra de idólatras, pois eles mesmos caíam constantemente em idolatria. O Senhor permitiu que eles desfrutassem tudo o que desejavam das práticas idólatras de Babilônia. [...]

Segundo a sabedoria do mundo considerava a questão, Daniel e seus três companheiros tiveram a seu favor todas as vantagens. Mas aqui devia apresentar-se sua primeira prova. Seus princípios colidiam com os regulamentos e disposições do rei. [...]

Daniel e seus três companheiros não assumiram a postura de que, porque sua comida e bebida foram indicadas pelo rei, tinham como obrigação partilhar dela. Eles oraram a respeito do assunto e estudaram as Escrituras. Obtiveram uma educação de tal caráter que sentiram, mesmo em seu cativeiro, que dependiam de Deus. [...] Daniel e seus companheiros tinham a aparência que todo jovem deve ter. Eles eram corteses, bondosos, respeitosos, possuindo a graça da mansidão e modéstia. [...]

Quando nos achamos circundados de influências capazes de nos desviar de Deus, nossas petições de auxílio devem ser incansáveis. A menos que assim seja, não seremos jamais bem-sucedidos em vencer o orgulho e o poder da tentação quanto a pecaminosas condescendências que nos separam do Salvador (Youth’s Instructor, 18 de agosto de 1898).